Campanha Adorno Zero








HOSPITAL PADRE ZÉ EM PARCERIA COM O CENTRO UNIVERSITÁRIO DE JOÃO PESSOA LANÇA A CAMPANHA ADORNO ZERO: MOSTRE SUA BELEZA NATURAL


O Hospital Padre Zé (HPZ) em parceria com o Centro Universitário de João Pessoa (UNIPÊ) inicia, a partir desta sexta-feira (23/04/2021), a campanha operação Adorno Zero. Considerando o memorando 04/21 do setor do Núcleo de segurança Paciente (NSP), Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA) e a Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) que tem suas atividades fundamentadas na Portaria nº 2616/1998 do Ministério da Saúde, que define as diretrizes e normas para a prevenção e o controle das infecções hospitalares, na RDC 48/2000 e na Resolução SESA/PR nº 0674/2010, que aprova o regulamento técnico que estabelece as ações de vigilância em saúde a serem desenvolvidas no Controle das Bactérias Multirresistentes (BMR) e Bactérias oriundas de Infecções Hospitalares e de Surtos em Serviços de Saúde.

A referida campanha tem por objetivo conscientizar os profissionais desse serviço à prática das atividades laborais de forma segura e atendendo as premissas do Controle de infecção hospitalar. Para sua execução, foi realizado parceria da CCIH com os alunos concluintes do curso de Enfermagem do UNIPÊ, considerando a viabilidade de execução de tarefas que vincule a teoria à prática, possibilitando a aproximação dos discentes com a realidade assistencial. A operacionalização da atividade foi realizada durante a troca de plantão com o objetivo de atingir o maior número de profissionais e contou com a entrega de folders informativos e embalagens plásticas personalizadas para o armazenamento dos adornos, além de momentos de descontração e fotos para enfatizar o tema da campanha “Mostre sua beleza natural”.

A proibição do uso de adornos no hospital é uma norma embasada na NR 32 de 2005 do Ministério do Trabalho e Emprego, tendo por finalidade implementar medidas de proteção à segurança e à saúde dos trabalhadores dos serviços de saúde. Somado a isto, têm-se a Normativa 07/2016 da superintendência do HPZ, que dispõe sobre as normas de segurança nas atividades assistenciais. São considerados adornos: alianças, anéis, pulseiras, relógios de uso pessoal, colares, brincos, broches, piercings expostos, gravatas e crachás pendurados com cordão. A proibição do uso de adornos protege o trabalhador de riscos biológicos devido à possibilidade de aderência de microrganismos nas superfícies dos objetos.

Além da proibição do uso de adornos que é a finalidade desta mobilização, existe as diretrizes que proíbem o fumo, manipulação de lentes de contato, consumo de alimentos e bebidas nos postos de trabalho, uso de calçados abertos, circulação em refeitórios ou áreas externas do ambiente hospitalar com o jaleco, reencape e desconexão de agulhas desprotegidas, reutilização de embalagens de produtos químicos, dentre outros.

Acredita-se que a execução de campanhas nesta perspectiva solidificam a educação permanente em saúde, garantindo a prática profissional segura e contribuindo, sobretudo, para a segurança do paciente.

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